14.8.11
Parágrafo
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Marcacion 42, Bologs, Cabeçudo, Divagações
15.12.10
Impressão de Realidade
Parte da minha monografia.
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26.10.10
T2
Assim inicia Tropa de Elite 2 - o inimigo agora é outro e pelas próximas duas horas o limite entre realidade e ficção fica pra concepção de cada um, desde a “retomada” na produção de filmes no país em 1995 não se via tamanho expoente, Tropa 2, que traz o capitão Nascimento (Wagner Moura) agora Tenente-coronel a frente do comando do bope, bota traficante no saco e mete o dedo na ferida aberta do país.
Confesso que o segundo título dos caveiras me levou a pensar num caça-níquel baseado no sucesso do primeiro filme, pensamento que não procede, os dois filmes tem sua auto-suficiência, e mostram que diversão e discussão social podem estar relacionados.
O primeiro filme, com o sucesso em grande parte devido a pirataria, ao menos no que se refere a divulgação (ou você não assistiu tropa de elite antes do cinema?) ganhou as ruas no que parecia um viral, as pessoas falavam de "boca em boca" do filme e queriam ver mais daquilo, documentários sobre o bope logo tornaram-se tropa de elite 2, 3, 4 (!!!) no camelôs mais próximos, evidente que o interesse da população pelo cinema de gênero se fez presente, desde quando o cinema deu seus primeiros passos no Brasil, o apelo do gênero se fazia presente principalmente nos sucessos e trazia com ele o interesse das camadas populares para a sétima arte, aqui acontece da mesma forma, o “povo” foi ao cinema e tornou o filme de maior arrecadação da história do cinema nacional (fonte: filmeB)
Quinze anos se passam entre o primeiro filme e este segundo, não mais narrado pelo aspira Matias (André Ramiro), toma agora a locução do Coronel Nascimento como protagonista, e se no primeiro conhecíamos o grupo de elite da polícia, o bope, a polícia de farda negra especializado em executar marginais, neste eles servem apenas para menção, “o inimigo é outro” como o sub-título informa deixa a esfera local do conflito e aborda temas de maior amplitude nacional: a corrupção, o que mostra as "bolas" da produção em pleno ano eleitoral.
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Carlos Augusto Limm
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27.8.10
1up
Havia um tempo em que os jogos de vídeo não tinham fim, eram dimensões paralelas que tinha que fazer sentido levar alguns pontos coloridos até outros pontos coloridos, se passava horas pra bater seu próprio recorde, e os gráficos modestos eram compensados com o elevado nível dos desafios, em tempos em que alguns sites e a televisão tentam aproximar seu conteúdo de uma interatividade ao público os games não só criaram esta opção como a expandiram para universos de opções... rola até um documentário disponibilizado no youtube bem interessante que e assisti há uns tempos ["a era do video-game" aqui] (ainda que com uma abordagem por vezes monótona).
Ao ter em mãos o recém lançado Super Mario Galaxy 2 (maio desse ano), me levou novamente a sentir o ecstasy que os grandes jogos podem fazer conosco.
Meu primeiro video-game foi um mega-drive já em final de carreira (por volta de 1993) e seus surrados cartuchos de Ninja Gaiden e Street Fighter II - não vou contar minha história com os games em si, e sim com o personagem aqui principal - pela metade da década de noventa surgiu o que tenho até hoje pelo maior video-game de todos os tempos, o Super Nintendo, com seus gráficos melhorados, som melhorados e uma infinidade de jogos que iam a todos os genêros - isso se não os inventava - era uma verdadeira academia nerd entre os moleques que não jogavam futebol muito bem, sua importância é tamanha que ficará para um post especial, quando Super Mario Bros chegou melhorado ao Super Nintendo e o encanador italiano se transformou no maior ícone dos games, foi uma verdadeira revolução em 2D que não parou ali, a cada jogo os japas da Big-N se superavam, definiam novos parametros de qualidade ( inclusive Super Mario 3 é o meu favorito do SNES) mas, a aposta mais arriscada já feita pela Big-N estava por vir.
No final da década de noventa os games não pensavam em outra coisa se não o mundo tridimensional, já há algum tempo presenciado nos cpu's. Eu usava sapatos engraxados pra ir pra escola, assitia trapalhões depois do almoço e tinha um Nintedo64, sim um N64 ao invés de um Playstation, ele era um video-game sensacional que perdeu-se por arriscar no uso de cartuchos, muito mais dispendiosos (e oldschool) que o uso de cd como a Playstation propunha, junto ao console, vinha Super Mario 64, muitos fracassaram na transposição para o tridimensional (Pac-Man que o diga), mas foi ali que Mario Consolidou a Nintendo, esta perdeu por vários anos jogadores e dinheiro para a Sony com seu Playstation e Playstation 2, mas uma coisa era certa, nunca deixou de primar pela qualidade, o N64 fracassou, ok, mas teve alguns dos melhores jogos que já joguei na vida (Zelda, Mario 64, Banjo&Kazooie, etc...).
Falando sobre Games nas nossas vidas, pensem bem, os games ocupam um espaço nas lembranças de muita gente e seria injusto ignorar sua influência no cotidiano de quem os teve tão próximos por anos (muitos ainda aos dias atuais), parecida a outras formas de entretenimento, os games tambem podem ostentar status de arte? Te envolver e te emocionar não seriam requisitos? confesso que ainda não se chegou nas fórmulas ideias para se "atingir" o público mais profundamente, mas já se vê um avanço, mesmo sendo um nicho posso falo a todos que tenham posto um controle em mãos um dia, quem não jogou Zelda por horas e se sentiu um elfo atrás de sua princesa, encarar um Call of Duty vestindo o uniforme e indo à guerra, lutar contra várias pessoas do mundo só pra saber o desfecho do final de Street Fighter, superar-se e passar obstáculos e montar quebra-cabeças em Prince of Persia? Os jogos ficam um pouco em nós mesmo depois dos controles deixados de lado, e num dia desses, quando menos esperava, deparei-me com uma obra de arte vinda da Big-N.
Breve Comentário a Super Mario Galaxy 2:
SMG2 é a diversão em si, sem a pressão de criar um jogo do encanador para seu mais recente console, SMG2 é um Galaxy incrementado, com novos power ups, a participação de yoshi e uma dinâmica mais direta, aqui se joga em forma de tabuleiro (utilizado tambem em New Super Mario Bros.Wii) as aventuras corpos esféricos vira referência de qualidade mais uma vez e como de costume várias citações a jogos anteriores é introduzida de forma inteligente, é como se fôssemos surpreendidos com coisas que vemos há mais de quinze anos! (eu so tenho 23), o grande "Ás" de SMG2 está no seu próprio desenvolver que traz uma renovação na sua jogabilidade a cada fase o que faz com que nos deparemos no seu decorrer sempre com um novo "brinquedo", é a primeira vez que um console tem dois jogos de plataforma do bigodudo, o que cabe dizer que deu certo, o visual e a trilha são sublimes e foram levemente modificados do original, em resumo, é virar criança novamente, é lindo.
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Carlos Augusto Limm
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Marcacion 42, Cabeçudo, Divagações, Mondo Pop
18.5.10
História, educação e coisa e tal.
"Tudo bem vamos a discussão", foi o que pensei com um meio sorriso no rosto, a princípio pensemos o seguinte, o professor de história não viveu a maior parte do que ele ensina, ele sabe o que ele aprendeu pelos livros, e que pode confirmar parte daquilo pelo que vivencia em seu cotidiano, certo?
Exemplifiquemos; entendamos fatos e acontecimentos históricos como um quebra-cabeça, com o passar dos anos esse quebra-cabeça vai perdendo peças, afinal muito das peças é a memória de quem viveu o fato, para acontecimentos muito antigos onde todos que o presenciaram já estejam mortos, há apenas algumas peças, a função do historiador é utilizar de sua interpretação pra recriar as peças faltantes do acontecimento, e assim recria-lo, não nescessáriamente fiel mas respaldado em documentos, e a cada historiador, novas peças por conseguinte de novas interpretações, e assim a história se forma um eterno quebra-cabeça - tentava passar aquelas noções ao rapaz quando o churrasco chegará quentinho a mesa.
Indiscutivelmente o IHGB (instituto histórico geográfico brasileiro) trouxe benefícios ao estudo das ciências humanas e principalmente em firmar uma história como "oficial", essa história é importante entre outros motivos para o fortalecimento do sentimento nacionalista na população, pensem comigo, você só defende aquilo a que tem apreço, certo? é mais ou menos por isso que a história oficial existe, firmar o nacionalismo e provocar a defesa da pátria que agora, tem uma história, tiradentes de traidor do império virou herói e por ai vai..., mas o ponto em que eu queria chegar era, essa não é a única história, existem inúmeras outras, a "história oficial" é apenas uma versão, se pegarmos centenas de pessoas para contar o que aconteceu no mesmo dia, vamos ter centenas de histórias individuas sobre um mesmo dia, e mesmo que duas pessoas passem o dia juntas, fazendo as mesmas coisas, cada uma vai ter uma versão do que aconteceu no dia; Por que não seria assim na hora de se ensinar história? a formação dos professores é diferente, a forma didática diferente, os livros utilizados diferentes, as mídias utilizadas de forma diferente e em suma, as pessoas são diferentes, daí uma interpretação dos fatos vai levar a uma exposição dos fatos condizente ao que cada um entendeu.
O professor de história de um cursinho tem de apresentar outros fatores além do conhecimento, como boa dinâmica e oratória, e uma boa compactação do assunto para o devido objetivo, o vestibular, professores que tenham esses atributos são produtos da seleção que o sistema capitalista produziu na educação, o que por momento não cabe aqui a discussão (e sim a primeira que agente iniciou), é fato que escrevi aqui mais do que disse ao rapaz, mas acho que deu pra ele pegar o pensamento, que em meio aquilo o fez botar o dedo na ferida ao indagar:
- E sobre religião?.
Talvez nem ele soubesse o que queria perguntar, mas entendi que ele queria saber, provavelmente se eu era ateu ou não (ou mesmo testar minha pouca idade), tenho pra mim que o historiador, e prestem atenção na contradição que tenho comigo mesmo, tem de ser neutro, ainda que isto seja impossível, vejam bem, o cara nasceu, cresceu, foi educado e vive no mundo de uma forma, vocês acham que ele tem alguma influência? Claro! todas ao seu redor são influências, então não há como dizer que alguém é neutro na forma de contar uma história, seja ela informal ou didática, o jeito de falar, pensar, se articular, etc... tudo isso tem informações do seu tempo, tomemos de exemplo um filme sobre um acontecimento passado, "Descobrimento do Brasil" por exemplo, toda vez que alguém fizer um filme sobre este tema será diferente, uma nova versão, e se for feito em épocas diferentes o abismo se intensificará.
O neutro a que me refiro é no sentido de ser ao máximo imparcial no ensino de história, e assim, provocar o aluno, fazer este procurar conhecer e defender o seu respectivo lado/ponto de vista, na religião não é diferente, independente da religião do professor ele tem que contar as atrocidades e os benefícios do cristianismo, ateísmo, islamismo, judaísmo, etc... não é a toa que os professores de história tem certa fama de ateístas, muitos sabem que grande parte dos feitos da igreja tinham interesses distintos do "divino", fazer o aluno pensar por si é a meta que todos professores tem de se dar, a cerveja acabará naquela hora e fui pra casa dormir.
nota: Caso haja alguma referência a outra obra no texto foi feita pelo meu inconsciente.
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Marcacion Cabeçudo, Divagações, História
15.4.10
Sobre Russo
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Marcacion Cabeçudo, Divagações, Eletrola, Mondo Pop
23.2.10
Perdidos
A serie traz estranhos de diferentes personalidades/origens que estão interligadas de algum modo, me senti por vezes assim, de repente acordamos e os amigos foram embora, as namoradas te deixarão, os amigos da universidade estão trabalhando longe, a familia não se reúne como antigamente, só resta então as lembranças, não ache que é um post triste, e sim um post de contemplação, contemplação ao que o futuro nos reserva, enquanto estamos vivos tudo pode acontecer (e não me diga o que não posso fazer - "Locke"), no caso da serie é uma copia descarada da vida em si, muitos se vêem, inclusive eu na hora de pagar o pão, ir ou não a uma viagem, aceitar ou não um convite, etc... não preciso dizer que também espero que a série revele muitas coisas, mas de ante mão a mim o revelar é uma das cartas ao enredo que antes de tudo conta, a vida. (poético?).
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19.12.09
Avatar [ou] Já vi isso antes
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4.11.09
Retwitting



14.10.09
Nova (Nova) SET
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30.9.09
A Carta
A carta nunca foi entregue ao pai.
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23.5.09
Come with me if you wanna live

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Marcacion Cabeçudo
9.4.09
Citação
Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol, and dental insurance. Choose fixed interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching luggage. Choose a three-piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourselves. Choose your future. Choose life… But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life. I chose somethin’ else. And the reasons? There are no reasons. Who needs reasons when you’ve got heroin?
Trainspotting. 1996. Danny Boyle.
12.3.09
Watch
Ouvi uma piada uma vez:
7.10.08
Capítulo 5
Fatos importantes extraídos da História Galactica, número dois:
(Reproduzido do Livro de História Galactica Popular do Sideral Daily Mentioner's.)
Desde que esta Galáxia surgiu, vastas civilizações cresceram e desapareceram, cresceram e desapareceram, cresceram e desapareceram tantas vezes que é muito tentador pensar que a vida na Galáxia deve ser (a) similar a um enjôo marítimo, espacial, temporal, histórico ou similar e (b) imbecil
Tradução de Carlos Irineu da Costa
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13.8.08
Texto Alheio
No exercicio de anotar as placas de aluga-se pela cidade, tentando novos ares da vida que nunca paga minhas horas extras, encontro-me apenas com textos random e alguns duendes que insistem em ligar a televisão.
Aluga-se (de Clarah Averbuck)
subtraido
de
aqui
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Marcacion Bologs, Cabeçudo, Pulp Fiction
13.6.08
Treta
Burburinho da semana é a treta envolvendo Spike lee e Clint Eastwood.
Spike (A Ultima Noite) disse numa entrevista na ultima sexta (6) que o velho cowboy ignorou negros em seus filmes "A conquista da Honra" e "Cartas a Iwo jima"
Clint respondeu diretamente com um simples "cala a boca", e Spike recentemente respondeu esse cala boca "Primeiro de tudo, o cara não é meu pai e nós não estamos na lavoura [referindo-se aos tempos da escravidão nos EUA]. Ele é um grande diretor. Ele faz seus próprios filmes, eu faço os meus... E um comentário como esse, 'um cara assim devia calar sua boca'... que isso Clint, que isso? Ele soa como um velho raivoso", disse, e completou "Eu sou estudante de história [Spike Lee tem duas graduações]. Eu sei da história de Hollywood e de sua omissão de 1 milhão de homens e mulheres afro-americanos que ajudaram na Segunda Guerra. Nem tudo era John Wayne, queridão"A verdade é que Spike é um diretor engajado com a causa social e quer arranjar desculpa p
ra aparecer e dizerem "- mimimi o cara é engajado mimimimi", agora sinceramente... Nunca fui um grande fã de Spike Lee, apesar de uma direção competente seus filmes são quase todos datados e com um causa social que por vezes interfere no andamento (relembrando que a discussão não é essa), e agora todo esse mimimi, e não se gabam de uma América livre? O próprio Spike como estudante de História deveria saber como qualquer mané que filme algum ta preocupado com a fidelidade histórica e sim com o bolso, a menos que implantem os 10% de cotas de negros nos filmes.Ainda que nos filmes citados de Eastwood, não apareçam afrodescendentes, foi daquela forma que ele as idealizou e estas são duas obras contundentes dos ultimos anos, é uma questão de ponto de vista, o dos filmes foi o que Eastwood deu e se o Lee os fizesse, (esse mesmo deve saber disso) se tornariam uma tormento em forma de filme.
Não aporrinhe pessoas maiores que você Spike.
Friday 13Th, Bu!
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29.2.08
S. U. P.
Aos poucos que sabem de que buraco sou, sabem que estou na terra do meio, a terra onde o calor é exaustivo e preguiçoso, não como no sul da california nem como no norte da Austrália, é quente de verdade... de dia... de noite... e nos dois juntos... uma enorme garrafa térmica chamada amazõnia.
A maior floresta do planeta abriga um famigerado blogueiro amador e seus plagios de posts de utilidade publica (e alem do mais esse blog não serve só de valvula de escape para aspirações mal sucedidas a crítico de cinema).
a tive tempo pra fazer.É um tutorial simples de como construir um ar condicionado usando um ventilador, tubos de cobre, mangueira de nível de PVC (de pedreiro) e água gelada. O princípio de funcionamento de um trocador de calor é simples, é o mesmo princípio utilizado pelos aparelhos comerciais, e é nele que se baseia o projeto.Você vai precisar de um tubo de cobre de 1/8, 1/4 ou 3/8 de diâmetro, fácil de encontrar em casas de material para construção. No meu projeto 7 metros foram suficientes. Enrole o tubo em espiral na parte de trás do ventilador, prendendo com arame, fita isolante, zip ties, ou o que você achar melhor.
A mangueira, de mesmo diâmetro, deve ser cortada em dois pedaços: um pedaço será encaixado numa das pontas do tubo de cobre para escoar a água aquecida (a ponta da mangueira deve ficar abaixo do balde). O outro será encaixado na outra ponta do tubo e colocado dentro de um balde com água gelada. A água flui naturalmente do balde para a outra ponta da mangueira pelo princípio do termosifão. Vale lembrar que o ventilador não pode ficar muito acima do balde, e nem abaixo. Se não funcionar, use aquelas bombinhas de aquário.
Dicas:1- Acrescente sal para abaixar o ponto de congelamento da água. Assim a água passa a congelar entre -4ºC e -2ºC, e o aparelho funcionará por mais tempo.2- Se quiser vento mais frio, faça uma mistura de água e álcool isopropil (meio-a-meio). O ponto de congelamento cai para algo próximo de -20ºC.3- Use um radiador de carro no lugar dos tubos de cobre para melhorar a eficiência.4- Para iniciar o processo de troca, o tubo deve estar inteiramente preenchido com água.
Não consome megawatts de energia, não faz aquele barulhão e nem causa problemas respiratórios por causa de ar seco ou filtro sujo. Testado e aprovado. Quem quiser mais detalhes é só entrar em contato.
Todos os créditos para Geoff Milburn.
Copia dopost de Enquanto o Cometa não vem
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25.12.07
Santa [ou] Coke-Boy
Informe Emetêve
.
Wikipediando o Santa
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10.12.07
Por falar em Kubrick...
seleção holandesa de 1974Essa semana arrumei um catalgador de filmes e passei algumas horas felizes revendo minha coleção, só que o que parecia fácil e prático me deixou horas procurando imagens, atores, ano, etc... dos filmes em questão. Entre um e outro os revejo na mente tendo na sua maioria boas recordaçõs afinal se eu escolhi ter o filme não foi por acidnte (apesar de que alguns tenham sido).
Impulso foi o que aconteceu quando me deparei com "A Clockwork Orange", dizer clássico de Kubrick é clichês demais visto que o cara fazia clássicos como se fosse na esquina comprar pão (Kubrick comprava pão?!), busquei na mente o filme e mesmo tendo ele fresco, parei a catalogação e pus pra rodar os 136 minutos de sexo, violência e Beethoven.
Tirando Conclusões:
# A Ano que o filme se passa é 2007
# McDowell imortalizou Alex, e vice-versa.
# É dos poucos filmes que equiparam-se com os clipes do Pink Floyd
# Custou apenas 2 milhões de dólares, um típico "clássico feito em casa".
Não vou ficar aqui pagando mais pau, Enton-se; Aquela musiquinha com tambores estremamente grudantes está lá, o tom cínico e violento de descrever a sociedade hipocrita está lá, as piadas intelectuais e crueis estão lá, a câmera de efeito psicológico e pertubador está lá, o maior filme inglês de todos os tempos está lá, e uma resenha decente está aqui
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Carlos Augusto Limm
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