4.11.10
There's something in the water
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7.4.10
Doze Imundos ou Bastardos Inglórios
Dia desses encontrei no "amigo da praça" uma edição puída de Os Doze Conndenados de Robert Aldrich, e que me levou a crer que este deve estar senão na estante de Tarantino, em algum lugar escondido pela sua casa.
Dirty Dozen é um filme que já em 1967 opta pelo treinamento físico e psicológico dos prisioneiros como principal base do filme, fez isso abrigando diversos cars fodões, e que mesmo com algumas falhas, além de vermos no cinema de Tarantino seus frutos, mostra que em "bolas" a década de 60 e 70 é ponto de referência.
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26.11.09
Top Five XIII





13.10.09
Bored to Death

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25.8.09
Top Five XII





2.7.09
Caminhante da Lua
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Marcacion Divagações, Eletrola, Mondo Pop, Pôster
1.6.09
Wanted
12.5.09
Animal Farm

1.5.09
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Marcacion Cinema, Mondo Pop, Pôster, Thousand Words
1.4.09
Jerome Bixby's
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15.2.09
11.3.08
Metropolis
Algumas impressões do alemão que entrou na minha lista de melhores de todos os tempos.
Ficção Científica (?)
Ano: 1926
Direção: Fritz Lang
Roteiro: Fritz Lang e Thea Von Harbou
Alemanha / pb / 153min


Alusões bíblicas, mistério, ação e romance, completam o leque que envolve o público e o mantém em suspense até ao final, a trama é muito bem escrita, deriva do livro homônimo de Thea Von Harbou (tambem roteirista e mulher de Lang), mas sem duvida a direção é linda demais e me restringi a destacar poucas coisas do enredo e mais sobre a abordagem do filme, até porque este é expoente do Expressionismo alemão, as falas são secundárias às interpretações cheias de exagero e emoção (por vezes hilariante), algumas cenas são clássicas e mostram a visão inovadora de Lang, como o castigo dos operários presenciado por Freder (o filho do manda chuva), a então maquina Moloch que engoli os trabalhadores descuidados, a cena da perseguição de Rotwang (o cientista louco) atrás de Maria, a cena das alucinações de Freder, a dança bizarra da androide no clube e outras coisas lindas de deus.
Só pra citar o impacto que o filme teve, influênciou diversos outros como Blade Runner (1982), de Ridley Scott e Minority Report (2002), de Spilberg, alem do que que o Füher, o próprio, gostou tanto do filme que chamou Fritz para gerir o cinema nazista, nesse periodo ele se exilou nos States e só voltou a alemanha em 1950.
Outro aspecto é que o filme é originalmente mudo, e só ganhou a versão musicada em 1984 pelo compositor Giorgio Moroder
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19.9.07
"D"
28.8.07
18.5.07
Duas Doses
Essa semana onde o corpo me perguntava onde estavam as malditas horas vagas que ele estava acustumado a ter me senti cansado e com vontade de fugir, para algum lugar distante, talvez para um clipe do Pink Floyd ou um filme do Tim Burton...Olho e vejo alguns entulhos de entretenimento a disposição, mais em suma series televisivas, de no maximo 45 minutos, eu precisava de mais, precisava de algo concreto, uma dose mais forte e única.
Daí que num tracker da vida, meus olhos deparam-se com Barfly, filme de Barbet Schroeder, com argumento de Charles Bukowski de 1987. Fiquei com obssessão de assistir este mesmo filme depois de ler o romance Hollywood que conta justamente os seus bastidores, mas acabei por esquecer o projeto de lado, mas não confunda com destino, dias atrás assiti Factotum – Sem Destino de Brent Hamer (que tambem é baseado na obra do velho buk) e lembrei do antigo projeto, após assistir aos filmes me senti mais completo com relação a obra do autor, aqui algumas impressões timidas dos filmes deste escritor de ocasião.
Talvez quem nunca tenha lido Bukowski fique com uma má impressão do filme, por ele não retratar (e Hamer fez bem o dever de casa) a vida boêmia de um vagabundo e sim o gosto amargo de ressaca do dia seguinte. Gosto esse que quem leu Bukowski identificará de imediato.
Agora, aos que leram o velho safado talvez sintam falta de ambientes realmente sujos, dialogos nonsense-genias alá Bukowski, e retratar mais afundo o lado escritor do personagem, o filme segue bem, mas que fique claro que este mundo funcione bem melhor na prosa rebelde de Buko.O destaque significativo é a interpretação de Chinaski por Dylon que adere aos traços bukowskianos de forma eficaz, as camisas de botões, os ombros caidos, o olhar, o modo de andar e falar retratam bem o Chinaski dos livros.
Nota: Tanto Factotum – Sem Destino e Barfly – Condenados pelo vicío tem subtitulos desnecessários ( matem o individuo que vocês verem fazendo isso).O filme tornou-se obrigatório a seus leitores.
Barfly traz tambem como protagonista Henry Chinaski que passa pelas situações tipicas dos contos do autor, brigas com garçons, a ironia afiada, o ar debochado de quem estando no luxo ou numa sarjeta mantem a mesma pose, diferente de Factotum (apesar de um vir antes de Barfly estou analisando a medida que vi), Barfly traz um Chinaski caricaturado de Mickey Rourke, um brigão, bebado de sarjeta, que fala alto e diz frases sem contexto, não necessariamente ruim, a impressão é que é o Chinaski que todos veêm ou ao menos os que todos gostariam de ver, o romantico boêmio que nunca sabe o que irá encontrar nos inferninhos a qual frequenta.

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"Algumas pessoas nunca enlouquecem, como deve ser horrivel a vida delas"
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11.5.07
Top Five V
Na Primeira sequencia indentificamos Briam De Palma mostrando a que veio, Sempre com influências Hitchcockianas faz um primoroso plano sequencia que se estende até nos familiarizarmos com Cage e haver um assassinato numa arena de boxe com milhares de testemunhas, enrredo de primeira e um personagem peculiar, Cage interpreta um policial corrupto que ao decorrer do filme vai desvendando os pormenores do assassinato mas terá de lidar com sua propria ambição.
O final tem furos, mas resumindo numa palavra, Intrigante e isso se mantem até seu desfecho.
4. Vestida Para Matar (Dressed to kill, 1980) Com Angie Dickinson e Michael Caine
Todos os elementos caros a De Palma estão aqui. Recursos como tela dividida, câmera andando junto ao protagonista, movimentos lentos, que só aos poucos vão revelando a cena, de modo a aguçar a curiosidade, composição de cena meticulosa, cenas de sangue violentas, uso de silêncios manipulados pela música enfim, uma aula de suspense. De forte influência Hitchcockiana, estudo pscológico e sensualidade no mais puro Brian De Palma.
Michael Caine mostra que é Michael Caine, o cara.
3. Scarface (Idem, 1983). Com Al Pacino e Michele Pfeiffer
O submundo americano retratado com roteiro de Oliver Stone e no estilo visual de Brian se fundem nessa releitura do clássico homônimo de Howard Hawks, Pacino em grande atuação elimina quem estiver no seu caminho para chegar ao poder (lembrem-se do Zé Pequeno), acompanhamos a corrupção que vai se entranhando no persogem até o Apice final, que é carregado de sua violência num show visual alá De Palma.
2. Os Intocáveis (The Untouchables, 1987) Com Kevin Costner e Sean Conery
O filme de máfia do diretor tem a seu favor o roteiro bem elaborado e a arriscada tentativa de ironizar a história ocorrida no começo do século, O filme ganha a medalha de prata do La Vaca, mas em grande parte é levado por seu roteiro e seus astros no elenco (atuações coerentes de Costner e grandiosas de Connery e De Niro). Entra mais pela sua classudisse a qual De Palma é mestre.
Atenção na cena clássica da escadaria em que o Carrinho de bebê desse em slow motion enquanto a bala come solta.
1. O Pagamento Final (Carlito's Way, 1993) Com Al Pacino e Sean Penn
Esse pra mim é o melhor, a estetia cool do diretor está acentuada neste longa que conta a história de Carlito Brigante (Pacino), que sai da cadeia e se vê no dilema do caminho facil e desonesto e o seu inverso, Otima atuação de Pacino, mas concerteza a melhor de Sean Penn que faz o advogado de Carlito, o diretor vai nos conduzindo pela historia com habilidade invejavél até culminar com a esplendorosa cena de perseguição no metrô e na estação ferroviária. (além de romântico)
Talvez eleger um, seja injustiça, mas no final das contas, o mundo é injusto.
(1º)
- Yooooooouuuuuu aaaaaare so beautifull
Filmes não vistos não podem ser incluidos, afinal, não foram vistos.
3.5.07
Blockbuster
Aí vem o filme com a premissa de quebrar todos os recordes de bilheteria da história, esse é o objetivo da terceira saga do cidadão nova-iorquino que se trepa nas paredes.
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20.3.07
Trash Not Dead
Hostel II. o filme trash cult apresentado por Tarantino vai ter sua continuação, que chega por aqui em junho desse ano com o nome Albergue - Parte II. O peçonhento pôster acima foi o primeiro divulgado, mas talvez por uma falta de copreensão já circula um outro (puseram uma cabeça ensangüentada pra melhor exemplificar). Espero o filme como quem acha que o tédio do estilizado se combate com sangue.
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12.3.07
Ultimatum
No Elenco: Matt Damon, Julia Stiles, Joan Allen, David Strathairn, Paddy Considine e Tony Gilroy
Direção de Paul Greengrass
O filme tem estréia prevista para 3 de agosto de 2007.
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