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14.8.11

Parágrafo

 Certa vez, um apresentador de televisão pra dar ênfase ao seu programa declarava: "hoje foi escrito, sem dúvida, uma parte da história da televisão, se não um capítulo, um parágrafo bem gordo" o programa a qual ele se referia era mais um reality show chupado da televisão norte-americana, impressão de importância para certos acontecimentos permeiam a impressão de história, ciência, Bukowski sempre se referia a suas putas como as mais belas do mundo, seus antagonistas os mais cruéis, sem se importar muito com algum conselho julgando se isso era correto ou não, verdade, certo, direito, defina como definir, somos reis absolutistas dos nossos pensamentos o que nos leva a juiz e legisladores do nosso próprio gostar (ainda que baseado em outros), volto a este singelo espaço virtual (ou real?), para lhe dar a devida importância que ocupou nos anos já corridos, foi depósito de textos, confissões, desabafos, críticas, analises e adjetivos próprios, foi caixa de brinquedos, oficina de peculiaridades, percepções pessoais de espaço físico e social, porém, sabe como é ouvir o novo disco dos Strokes? É legal, mas não é mais a mesma coisa... Born to be wild... Be water... Talvez alguem numa última cadeira na aula de latim pergunte "e agora para onde os pensamentos irão ser jogados?" Bem, o futuro não é mais como era antigamente e "Por aí" seria o mais próximo de "algum lugar", outras mídias, espaços, praças, calçadas ou bares certamente serão contemplados, afinal "somos a porra da merda ambulante do mundo" como diria Durden, a vida segue o mundo gira e as palavras uma vez escritas fica na mente de quem as leu, 2012 logo ai e como é provável que o blogspot engulira todos os seus blogs falidos levando este junto, território de divagações sobre cultura pop por alguns anos, estes textos escreveram parte da minha história, e, senão um capítulo, um parágrafo bem gordo. 

27.8.10

1up


 Havia um tempo em que os jogos de vídeo não tinham fim, eram dimensões paralelas que tinha que fazer sentido levar alguns pontos coloridos até outros pontos coloridos, se passava horas pra bater seu próprio recorde, e os gráficos modestos eram compensados com o elevado nível dos desafios, em tempos em que  alguns sites e a televisão tentam aproximar seu conteúdo de uma interatividade ao público os games não só criaram esta opção como a expandiram para universos de opções... rola até um documentário disponibilizado no youtube bem interessante que e assisti há uns tempos ["a era do video-game" aqui] (ainda que com uma abordagem por vezes monótona).
 Ao ter em mãos o recém lançado Super Mario Galaxy 2 (maio desse ano), me levou novamente a sentir o ecstasy que os grandes jogos podem fazer conosco.

   
 Esse ano foi comemorado os trinta anos de Pac-man, é inegável a participação deste no desenvolvimento dos video-games, lembro-me como era desafiador passar fase após fase, Pac-man foi um dos jogos "divisores de águas", entender a importância de um game requer entender todo o contexto que ele está envolvido, Pac-Man trouxe o primeiro protagonista de fato dos video-games, o desafio de leva-lo por entre as pílulas amarelas era imenso e fascinante, e como era de se esperar outros personagens iriam ascender também marcando um novo conceito/gênero/estilo/geração como o bigodudo da Big-N.

 Meu primeiro video-game foi um mega-drive já em final de carreira (por volta de 1993) e seus surrados cartuchos de Ninja Gaiden e Street Fighter II - não vou contar minha história com os games em si, e sim com o personagem aqui principal - pela metade da década de noventa surgiu o que tenho até hoje pelo maior video-game de todos os tempos, o Super Nintendo, com seus gráficos melhorados, som melhorados e uma infinidade de jogos que iam a todos os genêros - isso se não os inventava - era uma verdadeira academia nerd entre os moleques que não jogavam futebol muito bem, sua importância é tamanha que ficará para um post especial, quando Super Mario Bros chegou melhorado ao Super Nintendo e o encanador italiano se transformou no maior ícone dos games, foi uma verdadeira revolução em 2D que não parou ali, a cada jogo os japas da Big-N se superavam, definiam novos parametros de qualidade ( inclusive Super Mario 3 é o meu favorito do SNES) mas, a aposta mais arriscada já feita pela Big-N estava por vir.

 No final da década de noventa os games não pensavam em outra coisa se não o mundo tridimensional, já há algum tempo presenciado nos cpu's. Eu usava sapatos engraxados pra ir pra escola, assitia trapalhões depois do almoço e tinha um Nintedo64, sim um N64 ao invés de um Playstation, ele era um video-game sensacional que perdeu-se por arriscar no uso de cartuchos, muito mais dispendiosos (e oldschool) que o uso de cd como a Playstation propunha, junto ao console, vinha Super Mario 64, muitos fracassaram na transposição para o tridimensional (Pac-Man que o diga), mas foi ali que Mario Consolidou a Nintendo, esta perdeu por vários anos jogadores e dinheiro para a Sony com seu Playstation e Playstation 2, mas uma coisa  era certa, nunca deixou de primar pela qualidade, o N64 fracassou, ok, mas teve alguns dos melhores jogos que já joguei na vida (Zelda, Mario 64, Banjo&Kazooie, etc...).

 Falando sobre Games nas nossas vidas, pensem bem, os games ocupam um espaço nas lembranças de muita gente e seria injusto ignorar sua influência no cotidiano de quem os teve tão próximos por anos (muitos ainda aos dias atuais), parecida a outras formas de entretenimento, os games tambem podem ostentar status de arte? Te envolver e te emocionar não seriam requisitos? confesso que ainda não se chegou nas fórmulas ideias para se "atingir" o público mais profundamente, mas já se vê um avanço, mesmo sendo um nicho posso falo a todos que tenham posto um controle em mãos um dia, quem não jogou Zelda por horas e se sentiu um elfo atrás de sua princesa, encarar um Call of Duty vestindo o uniforme e indo à guerra, lutar contra várias pessoas do mundo só pra saber o desfecho do final de Street Fighter, superar-se e passar obstáculos e montar quebra-cabeças em Prince of Persia? Os jogos ficam um pouco em nós mesmo depois dos controles deixados de lado, e num dia desses, quando menos esperava, deparei-me com uma obra de arte vinda da Big-N.
Breve Comentário a Super Mario Galaxy 2:

 SMG2 é a diversão em si, sem a pressão de criar um jogo do encanador para seu mais recente console, SMG2 é um Galaxy incrementado, com novos power ups, a participação de yoshi e uma dinâmica mais direta, aqui se joga em forma de tabuleiro (utilizado tambem em New Super Mario Bros.Wii) as aventuras corpos esféricos vira referência de qualidade mais uma vez e como de costume várias citações a jogos anteriores é introduzida de forma inteligente, é como se fôssemos surpreendidos com coisas que vemos há mais de quinze anos! (eu so tenho 23), o grande "Ás" de SMG2 está no seu próprio desenvolver que traz uma renovação na sua jogabilidade a cada fase o que faz com que nos deparemos no seu decorrer sempre com um novo "brinquedo", é a primeira vez que um console tem dois jogos de plataforma do bigodudo, o que cabe dizer que deu certo, o visual e a trilha são sublimes e foram levemente modificados do original, em resumo, é virar criança novamente, é lindo.

      

22.7.10

7x0



 “Quem apreciou a peleja de ontem, desde os seus primeiros minutos há de ter notado o fracasso absoluto, total, decepcionante, que constituiu a esquadra do Remo no segundo período, após ter realizado um promissor primeiro tempo, dando sérios trabalhos à defesa do Paysandu para com a ausência de um só elemento, entregar-se, de maneira envergonhante, humilhando-se frente ao seu adversário de todos os tempos, o Paysandu”

 Analisou no dia seguinte (23/07) o vespertino A Vanguarda (pertencente ao jornal matutino A Província do Pará, que não circulava as segundas). 

Há exatos 65 anos, em 22/07/1945, o clube de futebol Paysandu escreveu uma página histórica e até hoje não superada, no futebol paraense vencendo seu mais tradicional adversário, o Remo, por 7x0, em pleno estádio de Antonio Baena. 

Retirado do post do blog Pelas Ruas de Belém

#chupaleão

30.6.10

O Mundo é uma Bola

"Assistir a copa é dever cívico de todo brasileiro, não é apenas uma partida de futebol, é uma forma de contribuir com o país" - Lineu, A Grande Família.


 Em quatro em quatro anos o maior evento esportivo do mundo me mantém refém por um mês, hoje em especial haverá uma pausa nos jogos e aproveito para retornar com algumas linhas a este espaço já quase esquecido, a copa do mundo é das poucas tradições que sempre acompanhei com afinco, ainda que tenha deixado de assistir futebol em determinados momentos (adolescência...) sempre reservei um lugar na sala, ou com amigos pra assistir aos jogos, foi no ano 1994 que o Nirvana lançava frescor ao cenário rocker, Senna trazia o tema da vitória a toda manhã de domingo, minhas únicas preocupações se restringiam a video game e as meninas do ensino fundamental e enquanto lia quadrinhos da turma da Mônica minha dupla de herois favoritos era Bebeto e Romário.
 Assisti a minha primeira copa em 1994 com sete anos, e como não se identificar com o seu país ganhando o título de melhor do mundo?!, por alguns anos fui assinante de uma revista de esportes e até freqüentei algumas vezes uma escolinha de futebol, não era minha área (coisa que ainda não sei ao certo), mas começava ali o apreço por este esporte que não pode ser definido sem um cafona "emocionante", imaginem: 48 do segundo tempo, copa América, perdíamos por 2 a 1 dos nossos maiores rivais, bola cruzada na área, alguns já tinham desistido de assistir naquele momento, bate rebate na área, o atacante brasileiro com um pequeno toque tira do defensor, gira em torno do corpo e por que não dizer todos que assistiam giraram junto com ele e sem pestanejar bate no canto onde o goleiro nunca pegaria, o grito, o gol, alívio e vitória aos milhões que assistiam, o resto é história, Brasil campeão nos pênaltis, mas aquele gol ficava na galeria de lembranças de todo torcedor do bom futebol, como não se identificar com uma história pronta dessas? Vencer adversário por adversário até o tão sonhado título, não é isso que procuramos nos games, nos filmes, em tudo na vida? Vencer? E nesse sentido o jogador de futebol na copa  representa um povo, a camisa é sua armadura, os dribles são suas armas e o gol, bem, o gol é o gol. 
  Há um grande presente aos "assistidores" de copas como eu na próxima sexta e sábado, pelas quartas de final da copa da África, Brasil e Holanda na sexta-feira, e atire a primeira pedra quem  já viu um Brasil e Holanda pouco emocionante... Quartas de final de 94 lembra?!, Brasil fazia dois a zero quando numa reação surpreendente o time holandês toma iniciativa e responde a altura, acontece o inesperado, empate, falta na intermediária pro Brasil, parecia mais uma tentativa as demais, Branco na cobrança, a bola viaja, passa pelos marcadores, Romário se esquiva dela e quando menos esperávamos, caprichosamente ela descança nas redes holandesas, euforia, bonança após a tempestade. Hoje temos um time de marcação forte e contra-ataque rápido, além de Kaká, que pode definir uma partida, contra um time de toque de bola perfeito, invicta e vitoriosa há várias partidas que conta com grandes jogadores como Robben, Sneijder e Van Persie. No sábado temos Argentina e Alemanha, duas finais já se fizeram com estas seleções e estão com seus melhores times de vários anos, briga de cachorro grande, que brinda os olhos de quem cresceu observando o esporte.
 Somos uma geração sem grande guerra ou depressão, como diria Tyler Durden, uma geração criada por mulheres, que ainda tem no futebol o escapismo do sistema, não é mero entretenimento, é como conpreendemos vitoria e derrota num jogo, e antes de mais nada jogar bem ou não jogar.

 Aquela copa de 1994 não teve dos melhores times que o Brasil já pôs em campo, mas além de um time muito esforçado, era na mente do garoto de sete anos que os viu, mágico. A rua parava, a cidade parava, o país e o mundo paravam, tinhamos 90 minutos de uma batalha, um espetáculo, aquilo não podia mais ser encarado apenas como um jogo, estava um grau acima, e podemos nos orgulhar, em futebol ao menos somos "primeiro mundo" e quando o adversário está a altura sabemos que qualquer erro e estamos fora, foi assim naquela final de 17 de julho, jogo duro e sofrido contra a Itália, prorrogação e no fim, jogadores e goleiros frente a frente, pênaltis, só um sairia tetra campeão, e quando Baggio perdeu lembro-me do milésimo de segundo de silêncio antes do esporro, alegria tamanha que marcou certamente a geração que a viu.

  
          

8.3.10

SIGNS

 O blog é como o meu "depósito de pensamentos", e como estava bastante envolvido ao conteúdo adquirido pelo twitter, reuno algumas coisas vistas por lá, furtado do link do @pecesiqueira.

 O filme em questão é de Patrick Hughes e foi criado para o Schweppes Short Film Festival, acabou por vencer o Festival Cannes Lions 2009 como melhor curta-metragem, a história fala sobre relacionamento entre duas pessoas que não podem se falar pessoalmente, só através de cartazes, o curta toca num dos sentimentos mais necessários as pessoas, a de precisar de alguém ao lado, a comunicação ainda que não oral é o foco principal.

 "O tempo é, por assim dizer, o pior lugar onde ficar perdido, [...]. Ele já tinha se perdido várias vezes, tanto no tempo quanto no espaço. Pelo menos estar perdido no espaço mantém a pessoa ocupada"  Douglas Adams 

23.9.09

EP [ou] To Bash In Minds


 Nas segundas mornas, nas ruas vazias, nas escadas do condomínio, para o banco da praça em tardes de brisa enquanto balançam os bambuzais, para filmes sem sentido, para cartas nunca enviadas, para e-mails a uma desconhecida, para o jantar requentado ao lado do ensurdecedor não tocar do telefone, para a televisão sem som, para dias ímpares com gosto de pizza fria, para olhares alheios, para o punhado de palavras que o vento traz vez ou outra para lembrarmos que existe melodia cotidiana, para os textos de blogs abandonados, para o abraço ao parente distante junto ao sorriso fácil, para um gole de cerveja no meio do dia só pra abrir o apetite, para as lembranças boas de épocas não vivídas, para a piada sem graça e o chocolate quente num dia de chuva, para o cara e coroa em final de campeonato, para o Kafka guardado na estante esperando sua vez, para o esperar do ônibus das nove e meia, para o sorriso dado ao ler a menssagem enviada uma hora da manhã, para o sono tranquilo do garoto, para os dois reais achados no bolso da calça, para o marcar do ultimo item da lista como feito, para as músicas sem refrão e as pernas das meninas de fora, para as moedas chaoalhando no bolso e o beijo de despedida....   

Um EP de valor símbolico, com direito a capa e título, de algumas coisas que ajudam a manter o equilíbrio.  



1.Do you Realize (Flaming Lips)
2.Star (Primal Scream)
3.In The World (Moby)
4.High and Dry (Radiohead)
5.Knife (Grizzly Bear)
6.No Cars Go (Arcade Fire)

tente isso.

9.4.09

Citação

 

Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol, and dental insurance. Choose fixed interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching luggage. Choose a three-piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourselves. Choose your future. Choose life… But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life. I chose somethin’ else. And the reasons? There are no reasons. Who needs reasons when you’ve got heroin?


Trainspotting. 1996. Danny Boyle.

12.3.09

Watch

Ouvi uma piada uma vez:


Homem vai ao médico. Diz que esta deprimido. Diz que a vida parece dura e cruel.
Conta que se sente só num mundo ameaçador onde o que se anuncia e vago e incerto.

Médico diz: "Tratamento e simples, o grande palhaço Pagliacci esta na cidade, assista ao espetáculo, isso deve anima-lo".

Homem se desfaz em lágrimas
e diz: "Mas doutor..."

"... eu sou o Pagliacci"

Alan Moore em Watchmen
Tradução e adaptação: Jotapê Martins

13.12.08

Uma musica para salvar sua vida...

E quando menos se espera ela entra, senta no sofá da sala, liga a tv como se sempre estivesse ali e você não consegue dizer não por que sabe que renega-la seria aceitar o marasmo cotidiano, você sabe e as pessoas não vão perceber, mas ela salvou sua vida. Sim estou sentimental, deixo aqui algumas palavras para as musicas que surgem do nada e preenchem os espaços vagos ou mesmo criam esses espaços, pode te conquistar aos poucos como Fake Plastic Tree do Radiohead, ou nos primeiros acordes como Wonderwall do Oasis mas independente disso, de certo você vai sair a rua e achar o céu mais azul.



Beirut - Elephant Gun (do Ep de 2006 Lon Gisland)

Pra veres como são as coisas, eu que seguia desacreditado nesse final de ano encontro essa musica (que me levou a banda), e volto a achar que o mundo nao está perdido. 

Sim, dou meu braço a torcer pelo sonoplata global que entre muitas merdas fez jus ao salário.


7.10.08

Capítulo 5

Fatos importantes extraídos da História Galactica, número dois:
(Reproduzido do Livro de História Galactica Popular do Sideral Daily Mentioner's.)

Desde que esta Galáxia surgiu, vastas civilizações cresceram e desapareceram, cresceram e desapareceram, cresceram e desapareceram tantas vezes que é muito tentador pensar que a vida na Galáxia deve ser (a) similar a um enjôo marítimo, espacial, temporal, histórico ou similar e (b) imbecil

A Vida, O Universo e Tudo mais - Douglas Adams

Tradução de Carlos Irineu da Costa

10.8.08

Enquanto Isso na sala de estar...

Ocupações cotidianas e um guri me ocupam nesta volta do campus unversitário.

.A China promove as olimpiadas e a madrugada me fornece seus esportes aleatórios, que fortificam minha teoria de que os jogos olimpicos foram feitos para os sedentarios (como o que vos fala), como nada é de graça, os sedentarios com tv a cabo estão bem melhor que eu, que tem que contar com flashs e a porcaria da "madrugada olimpica". Os paises mandam seus atletas para fazer coisas que ninguem faria (e até vender alguns produtos) e nós apreciamos o grande "circo", me vendo a apelos baratos e participo do momento sofá-tv entre o handbol e o Judô.
Os jogos tambem influem nas relações pessoais, expandindo o sentimento olimpico na familia, onde aquele tio distante sempre quando chega pergunta: - E então já ganharam outra medalha?.
Gosto de futebol (talvez por alienação nacional), gosto de basquete... e os outros esportes assisto como aquele filme do Spilberg, sempre tem coisas legais... Agora, vai a dica aos sedentarios amantes de olimpiadas, NUNCA perca a ginastica olímpica.

25.12.07

Santa [ou] Coke-Boy

.

.Papai Noel ou simplesmente Santa foi inspirado num bispo católico chamado São Nicolau que viveu no século IV na cidade de Mira, hoje Turquia. Diz a Lenda que era um velhinho gente fina que adorava crianças e distribuia presentes. A mudança mais radical e definitiva da imagem do ito ocorreu em 1931, quando o desenhista americano Haddon Sundblom na formulação de um anúncio para a Coca-cola, criou o Papai Noel com roupa vermelha e braca (cores da marca), Barba branca e saco com presentes
.
Informe Emetêve
.
Wikipediando o Santa

10.4.07

Consolo na Praia

. .
Vamos, não chores...
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.
Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis casa, navio, terra.
Mas tens um cão.
Algumas palavras duras,em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humor?A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado.
Murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.
Tudo somado, deviasprecipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.


..

Porque as vezes eu esqueço que poesia é pop (sentimentalismos a parte, homenagem a um dos meus poetas preferidos)

6.4.07

Metafísica

Algumas revista usam da estrategia de disponibilizar boa parte do material publicado na revista também na intenet, estratégia que penso eu não daria certo em revistas como Tititi ou Playboy, mas que em outras acaba deixando os leitores mais afoitos.
Revistas como Piauí e Set (até porque tentar levar um laptop pro banheiro e segurar ele nas pernas por um tempo, alem de esquentar pra burro não tem a mesma graça).
.
Retirado da Revista Piauí
.
Deus existe? Essa velha pergunta simplesmente não quer sair de cena. Desde o início da história da humanidade, toda vez que alguém acha que tem a resposta, um outro vem logo contestá-lo. A questão persiste e agora repousa no éter, à espreita, para atacar estudantes universitários e, mais tarde, com os 30 anos de idade, bater em retirada, para emergir em festinhas de papo cabeça, e voltar de novo com força total nos “anos filosóficos”. Mas, antes de discutirmos essa questão complexa, permitam que eu me apresente. Sou Toby, o cavalo falante.
.
Ser um cavalo falante me deixa com tempo de sobra para ponderar acerca desses grandes temas. Ninguém me monta, porque simplesmente digo logo para descer. Assim, tenho muito tempo livre. Às vezes, à noite, para passar as horas, eu canto; às vezes, paquero a beldade que anda no pasto vizinho, a Lily. Às vezes, exercito meus poderes, o que é divertido. Neste preciso momento, de fato, você não lê isto. Apenas pensa que lê. Na verdade, você está ligando para o serviço telefônico do seu banco e transferindo todo o dinheiro para a minha conta. [...]
.
Deus existe? de Steven Martin
publicado na revista Piauí em Março de 2007
Leia o resto Aqui

4.4.07

Tarantino's Mind



Curta metragem de dois amigos conversando num restaurante (Selton Mello e Seu Jorge), onde um deles elabora uma tese que interliga os filmes de Quentin Tarantino tendo então decifrado o codigo do Tarantino, varias sitações de seus filmes e naquele tipo de conversa que em um momento você tem a maior teoria do mundo no outro você só quer saber onde está o cardapio.

Presente aos Tarantinomaniacos de plantão.

19.3.07

Matem Sergio Noronha!


Sabe, não sou um exemplo de esportista, (na verdade passo longe disso) apesar de dar meus chutes lá e acolá, mas sempre gostei de ver futebol na tv (cerveja do lado de preferência).

Tá lá o dia remoto e sento na frente da tv com algo pra comer e um bom jogo pra assistir quando um infeliz comenta: "Se continuar jogando mal assim não sei o que pode acontecer...", Bem, continuo assistindo até que sai outro comentario desnecessario "...O time tá jogando muito bem, se continuar assim dificilmente vai perder...", O tal do infeliz é o comentarista "renomado" Sergio Noronha.

Então eu que só queria assitir a porcaria do jogo em paz tenho que ficar aturando esse tio mala?!

Vejamos, o cara nunca jogou futebol na vida, tem uns 50 anos no jornalismo e não sabe escrever uma única linha aproveitavél e é escalado pra comentar jogo na globo?! (que se diz uma emissora de qualidade). Ou é piada com a nossa cara ou uma mamata muito descarada.

Por votação unânime entra em consenso que:
Sergio Noronha só fala merda!!

A analise esportiva global está jogada as traças (que diga Galvão Bueno) mas pedir pra esse senhor gaga comentar jogos televisivos com uma total inabilidade com as palavras e uma disfunção de visão e senso crítico é a mesma coisa que chutar o nosso culhão e pedir desculpas depois.

Façam o mundo melhor, matem os Sergios Noronhas da vida.

6.12.06



Você já fez amor hoje?

30.9.06

Palavras Retornaveis


Dias ensolarados
Lembranças revisitadas
Desejos sacanas
Conselhos furados
E então final de semana

Garrafas baratas
Garotas instaveis
Gatos pardos em noites claras
Corpos dados
Palavras frágeis

Sentimento abstrato
Sonhos vagabundos
Mundo "cão e gato"
Pensamentos imundos

Reflexões diluídas
Ideologias receitavéis
Vende-se almas corrompidas
(não eu, eles)
De Amores descartaveis.

C. A. Limm.
Nota: Encontre seus proprios significados.

23.9.06

Sympathy for the devil



Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long year
Stole many a man's soul and faith
And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate
Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling youIs the nature of my game
I stuck around St. Petersburg
When I saw it was a time for a change
Killed the czar and his ministers
Anastasia screamed in vainI rode a tank
Held a general's rank
When the blitzkrieg raged
And the bodies stank
Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
Ah, what's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah
I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the gods they made
I shouted out,"Who killed the Kennedys?"
When after all
It was you and me
Let me please introduce myself
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadours
Who get killed before they reached BombayPleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah, get down, baby
Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game
Just as every cop is a criminal
And all the sinners saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
'Cause I'm in need of some restraint
So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste, um yeahPleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um mean it, get down
Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!Tell me baby, what's my name
Tell me honey, can ya guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame
Oh, who
woo, woo
Woo, who
Woo, woo
Woo, who, who
Woo, who, who
Oh, yeah
What's my name
Tell me, baby, what's my name
Tell me, sweetie, what's my name

Rolling stones
Queria postar algo hoje.
Eu aqui, o computador a minha frente.
Ponho o radio, e os stones me dizem algo.
Simpatia pelo demônio.
A letra veio e ficou.

31.8.06

:::



- Quantos caminhos é preciso caminhar ?