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14.8.11

Parágrafo

 Certa vez, um apresentador de televisão pra dar ênfase ao seu programa declarava: "hoje foi escrito, sem dúvida, uma parte da história da televisão, se não um capítulo, um parágrafo bem gordo" o programa a qual ele se referia era mais um reality show chupado da televisão norte-americana, impressão de importância para certos acontecimentos permeiam a impressão de história, ciência, Bukowski sempre se referia a suas putas como as mais belas do mundo, seus antagonistas os mais cruéis, sem se importar muito com algum conselho julgando se isso era correto ou não, verdade, certo, direito, defina como definir, somos reis absolutistas dos nossos pensamentos o que nos leva a juiz e legisladores do nosso próprio gostar (ainda que baseado em outros), volto a este singelo espaço virtual (ou real?), para lhe dar a devida importância que ocupou nos anos já corridos, foi depósito de textos, confissões, desabafos, críticas, analises e adjetivos próprios, foi caixa de brinquedos, oficina de peculiaridades, percepções pessoais de espaço físico e social, porém, sabe como é ouvir o novo disco dos Strokes? É legal, mas não é mais a mesma coisa... Born to be wild... Be water... Talvez alguem numa última cadeira na aula de latim pergunte "e agora para onde os pensamentos irão ser jogados?" Bem, o futuro não é mais como era antigamente e "Por aí" seria o mais próximo de "algum lugar", outras mídias, espaços, praças, calçadas ou bares certamente serão contemplados, afinal "somos a porra da merda ambulante do mundo" como diria Durden, a vida segue o mundo gira e as palavras uma vez escritas fica na mente de quem as leu, 2012 logo ai e como é provável que o blogspot engulira todos os seus blogs falidos levando este junto, território de divagações sobre cultura pop por alguns anos, estes textos escreveram parte da minha história, e, senão um capítulo, um parágrafo bem gordo. 

25.5.11

perdidos

 Tempos desaparecidos por essas bandas, volto neste 25 de maio, dia da toalha, pra postar este texto do SerieManiacos,  que fez uma serie de textos sobre as melhores series da década, uma destas Lost, foi sem dúvida das mais marcantes, aqui é retratada num texto bem bacana. O texto contém spoilers da sexta e última temporada.

LOST por Ewerton de Freitas




E cá esta ela. Lost. Citada pelos leitores do site em todos os textos deste ranking. Você pode amá-la ou odiá-la, mas jamais ignorá-la. Atire a primeira pedra aquele que nunca madrugou fazendo maratona de Lost. Atire a primeira pedra aquele que nunca madrugou à espera de uma legenda e se atrasou no trabalho na manhã seguinte… Não tem nem discussão, Lost marcou não apenas esta década. Ela entrou pra história da TV e introduziu uma nova forma de se ver e de se fazer televisão.
Se você tem alguma dúvida da relevância de Lost, lembre-se de que o último episódio da série foi transmitido simultâneamente para mais de 59 países. Fora a galera que acompanhou pela internet. O mundo todo estava conectado no mesmo momento, independente de fuso-horário, para acompanhar os lances finais da saga dos Oceanics. Na TV a cabo, o episódio chegou em menos de 48 horas para vários lugares do mundo. Algo que há algum tempo atrás  era inimaginável.
Claro que a ‘culpa’ (de toda essa pressa em transmitir o episódio final) é dos fãs. Se as emissoras de tv não se mobilizassem, seriam passadas pra trás pela internet. Afinal, poucas horas depois de exibido um episódio nos Estados Unidos, nós podíamos  assistí-lo com uma legenda de qualidade impecável feita pelos fãs e disseminada na rede.  Legenders distribuídos em diversos estados do país trabalhavam na madrugada, voluntariamente, e em menos de três horas publicavam a legenda para quem quisesse ver.  Na mesma semana, era possível encontrar o episódio exibido nos EUA, em barraquinhas de câmelo em São Paulo.  Ou seja, um fenômeno.
Mas, como explicar este fenômeno? Sabemos que a grande massa que assiste TV gosta mesmo é do ‘feijão com arroz’, tramas simples, manjadas, heróis e vilões, histórinhas fáceis de assimilar. Como explicar, então, o sucesso de uma série tão complexa como Lost? Filosofia, física quântica, religião, ciência, fé, mitologia, enfim, um emaranhado de coisa complicada sendo abordada sem nenhum didatismo?  Um exemplo simples: Na novela ‘Passione’, Sinval pediu sua prima em casamento.  E todo mundo sabe que sexo entre primos pode resultar num bebê com algum tipo de problema de saúde, certo? Errado. Na novela das 8 (que tem todo tipo de público), um médico precisa explicar por A+B como isso acontece. Praticamente uma aula de genética com linguagem simples, pra todo mundo entender. Em Lost,  por sua vez, cita-se ‘Efeito Casimir’ e só. Você pausa o episódio e dá uma ‘googolada’. Pronto, você pode continuar assistindo. Percebe a diferença?
Não estou criticando o ‘didatismo’ das novelas, mesmo porque sabemos a realidade triste do nosso país. Mas Lost mostrou que nem sempre a tv precisa subestimar o seu público. Mostrou que uma trama complexa também pode dar audiência. Revistas, livros, jogos, fóruns na internet, todo tipo de plataforma serviu para discutir e refletir os mistérios de Lost. A chave para algumas respostas  eram distribuídas em games, por exemplo. Quantas teorias não foram criadas na rede? Era praticamente um hábito, assistir a série e correr pra internet para comentar, discutir e pesquisar as referências e citações do episódio da semana.
Um outro diferencial de Lost, pelo menos com relação às outras séries, é que ela teve o seu final planejado com bastante antecedência. Logo depois do término do terceiro ano, a ABC informou que a série iria encerrar a saga na sexta temporada.  E por que isso foi legal? Vou explicar: construir um roteiro não é fácil. Construir um roteiro com flash-backs, flash forwards, viagens no tempo, personagens interligados, temas complexos, etc,  é uma tarefa ainda mais difícil e perigosa.
Via de regra, quando você escreve um roteiro, você precisa ter toda a história pronta, arquitetada (pelo menos boa parte, o plot principal dela).  Ao longo das temporadas, muita gente chegou a dizer que Lost havia se perdido, que estavam inventando demais, que nem os roteiristas sabiam pra onde a série estava indo. Ledo engano. Conforme os episódios corriam, fui tendo a certeza de que eles sabiam muito bem o que estavam fazendo.  Fatos que haviam acontecido na primeira temporada, ganhavam significado e relevância em determinado episódio da terceira temporada, por exemplo.  A relação entre os personagens, os mistérios, tudo foi se interligando de maneira muito bem construída.
E se você tem dúvidas de que a história foi toda planejada desde o começo (quando digo isso, me refiro à trama principal, global, não me refiro à detalhes como a participação de Paulo – Rodrigo Santoro – , por exemplo), faça um exercício: Pense numa história e comece a escrevê-la. Depois mude o final, escreva outro bem diferente. Em seguida, releia toda a história. Muito provavelmente ela ficou com alguns furos e inconsistências devido à mudança do final. Isso porque uma simples mudança no fim, implica em diversas outras mudanças e adaptações no começo e no meio. Você não pode simplesmente mudar o rumo da história no meio, sendo que tudo o que foi construído anteriormente apontava em outra direção. Se fizer isso, o resultado será trágico. Heroes foi uma série que tentou brincar com viagens no tempo e você deve se lembrar da lambança. Brincar com viagens no tempo, flash backs e flash forwards exige um talento. Em Lost, se você for rever todas as temporadas, verá que tudo (ou quase tudo) estava devidamente ligado e amarrado.
Claro, existem furos em Lost, mas nada tão comprometedor que anule os seus méritos. Ficaram perguntas sem respostas? Algumas. E isto me incomodou um pouco, justamente pelo fato dos criadores saberem, bem antecipadamente, quando a série iria acabar. Eu esperava que eles utilizassem melhor os episódios para solucionar os mistérios, afinal tiveram três anos para fazê-lo.  De qualquer modo, nenhuma ciência é completa, nenhuma filosofia é completa, nenhuma mitologia é completa.  É compreensível que eles tenham preferido deixar algumas perguntas em aberto, para que cada pessoa encontre a sua própria resposta. Afinal, de onde vem Deus? Ele existe? É uma resposta pessoal. Digamos que a série respondeu o principal, o suficiente para se manter viva no imaginário do público.
De qualquer modo, vale ressaltar que a iniciativa da ABC de negociar o término de Lost foi louvável. Sabendo da complexa missão que os roteiristas tinham em mãos, a rede foi bastante correta. Se cancelassem a série prematuramente, deixariam a história incompleta, já que não haveria tempo de revelar todas as relações entre os personagens e seus mistérios. Se prolongassem, renovando-a constantemente, também prejudicaria o desenrolar da trama.
Mas, vamos falar sobre a frustração de uma parcela significativa da platéia. Eu divido o público de Lost em dois grupos principais:  Os ‘homens da ciência’ e os ‘homens de fé’. Os homens da ciência buscavam respostas empíricas e racionais para resolver os mistérios da Ilha. Este grupo era representado por Jack (o médico) e também pela Iniciativa Dharma (cientistas que realizavam estudos na Ilha e que procuravam explorar as suas propriedades especiais). Já os  ‘homens de fé’, buscavam respostas e significados místicos. Este grupo era representado pelo ex-cadeirante Locke (que vivenciou um milagre e começou a andar quando chegou  na Ilha) e também pelos Outros (os habitantes nativos e mais antigos da Ilha que procuravam proteger as propriedades especiais dela).  Ora, acontece que no final, o Médico (representante máximo dos ‘homens da ciência’) aceita e abraça a fé. Diante deste fato, a série assume que não há resposta pra tudo.  Que a ciência e a razão humana não conseguem abraçar a complexidade do Universo. Nunca saberemos de onde veio a mãe adotiva de Jacob e do Homem de Preto, assim como não saberemos a origem de Deus.  A Luz que indignou muita gente, emocionou tantas outras. Da mesma forma que alguns ateístas afirmam que a crença em um Deus é uma fraqueza, uma resposta fácil para os problemas da vida, a Luz também pareceu (para algumas pessoas) uma solução simplista para todos os mistérios que a série levantou durante tanto tempo.
No grupo de pessoas que não gostaram do final de Lost, também podemos fazer uma divisão. Uma parte do público entendeu, mas não aceitou. Outra parcela, simplesmente não entendeu direito. Muita gente se confundiu e pensou que TUDO o que havia acontecido era uma espécie de purgatório e que os personagens estavam mortos desde o episódio piloto.  ERRADO. Tudo aquilo aconteceu de verdade, eles estavam vivos.  Eles só estavam mortos nos flash-sideways (ou realidade paralela, criada na sexta e ultima temporada). Os Flash Sideways mostravam como seriam as vidas dos personagens se eles nunca tivessem caído na Ilha. É como se o Universo precisasse te contar a história da sua vida de uma outra forma, para que você compreendesse o porque e a razão das coisas terem acontecido daquela maneira. Nesta realidade paralela, as vidas dos personagens ganharam sentido e redenção. Benjamin acredita que ainda não esta pronto e por isso decide que deve permanecer nesta realidade alternativa. Os demais, caminham rumo a Luz. Seria aquilo o Céu? O Paraíso? Provavelmente. E olha que curioso, o céu não é um campo de golfe, nem um espaço verde infinito com crianças jogando bola de um lado pro outro. Na verdade, é um estado de espírito de total compreensão da vida e felicidade completa, perto daquilo e daqueles que foram importantes para os personagens durante as suas vidas. ‘Por isto estão todos aqui, você precisa de todos eles e eles precisam de você’ é o que Jack ouve de seu pai morto. Todas as situações dos flash-sideways, compõem um epílogo da saga que acompanhamos na ilha. E que saga.
Lost nos fez ler, pesquisar, refletir e calar. E, além de tudo isso, conseguiu nos emocionar.  Acredito que até mesmo os ‘homens da ciência’, sentiram um arrepio ou um marejar no olho quando todos os personagens se recordaram, entenderam a sua existência e se encontraram no fim, na ante-sala do céu. A série foi um grande jogo, um verdadeiro quebra-cabeça. Quando Lloyd Braun (então diretor da emissora ABC) solicitou aos roteiristas que criassem Lost, ele buscava uma mistura de ‘Survivor’ com ‘Naufrago’. O que J.J. Abrams e Damon Lindelof fizeram, foi muito além disto. Lost, a princípio, se chamaria ‘The Circle’ (O círculo) e este nome também lhe cairia muito bem. Embora a série termine no mesmo local em que começou, o contexto é totalmente outro. Ao abrir os olhos em meio ao bambuzal, no primeiro episódio, Jack encontrava ali a sua segunda chance. Ao cair  morto, no mesmo local, no episódio final, ele tinha plena certeza de tarefa cumprida. Em algumas palavras: Lindo, Genial, Épico! Parafraseando nosso querido Desmond: “ I ll see you  in another life, ‘brotha’!”

2.9.10

A preciosa vidinha de Scott Pilgrim

Scott Pilgrim - Contra o mundo (Bryan Lee O'Malley, publicação da Quadrinhos na Cia. por volta de 30 mangos) chegou na tarde de ontem em minhas mãos e mesmo tentando faze-lo render (entre enrolar, assistir algo, e dar umas voltas na casa), não durou muitas horas para que o devorasse, com a iminente chegada do filme em "terra brasilis" resolvi seguir o hype underground e encomendei-o, confesso que tal espera foi justificada, o quadrinho tem um frescor viciante já que a história é muito bem conduzida, o desenho de O'malley meio cartunesco se alia ao texto descontraído e divertido não só nos trazendo várias referências ao mundo do cinema, games e a outros quadrinhos (com forte influência dos mangás) como entrelaçando essas referências na trama, que é o ponto alto do título, definitivamente não é pra se guardar na estante, é pra dar pra todo mundo ler, daqueles quadrinhos que fazem a sua função primordial, divertir, talvez você o esqueça daqui ha algum tempo, mas, com certeza se lembrar vai dar um sorriso.
 A história é passada em Toronto, Canadá (com lugares reais), onde o autor vive, conta basicamente os relacionamentos amorosos de Scott que tem 23 anos e uma banda de rock, e quanto menos você souber, melhor.


 
 O Título da Quadrinhos na Cia. traz duas edições da original que é composta por seis, que serão lançadas esporadicamente pela editora, já o filme corre o risco de não estrear nos cinemas brasileiros já que a bilheteria americana se mostrou decepcionante (ainda com todo o hype nos trendig topics), é esperar pra ver.  
  
 Abaixo link das scans (eu que não vou esperar até outubro pela segunda parte, fuck-off, go scans):

                           

Obs: Scans em inglês
Obs²: Kick-Ass ruleia também. 
Obs³: LInks copiados de Buchinsky

22.7.10

7x0



 “Quem apreciou a peleja de ontem, desde os seus primeiros minutos há de ter notado o fracasso absoluto, total, decepcionante, que constituiu a esquadra do Remo no segundo período, após ter realizado um promissor primeiro tempo, dando sérios trabalhos à defesa do Paysandu para com a ausência de um só elemento, entregar-se, de maneira envergonhante, humilhando-se frente ao seu adversário de todos os tempos, o Paysandu”

 Analisou no dia seguinte (23/07) o vespertino A Vanguarda (pertencente ao jornal matutino A Província do Pará, que não circulava as segundas). 

Há exatos 65 anos, em 22/07/1945, o clube de futebol Paysandu escreveu uma página histórica e até hoje não superada, no futebol paraense vencendo seu mais tradicional adversário, o Remo, por 7x0, em pleno estádio de Antonio Baena. 

Retirado do post do blog Pelas Ruas de Belém

#chupaleão

4.11.09

Retwitting

 Blogsphera e sua maravilhosa contribuição a história da humanidade, a história se reinventa e o fim da união soviética teve um capitulo pouco desenvolvido:

Zanghief: O fim da URSS

No final de 1992 a URSS acabava, nesse mesmo ano era lançado o jogo de videogame responsável pela febre das locadoras dos anos 90 e pelo alto índice de alunos em recuperação nesse mesmo ano: O Street Fighter 2.


Não é preciso explicar a dinâmica do jogo, eram vários lutadores de diversos lugares do mundo, o soviético era um praticante de wrestling treinado na Sibéria lutando com ursos polares, um sujeito com uma sunga vermelha, uma bota parecida com a das paquitas, um cabelo moicano, barba de boate gay, cabelos nas canelas e um corpo coberto de cicatrizes provocadas pelos ataques dos adversários dos treinos.
 Seu nome era Zangief e (como o jogo foi criado pelo ocidente capitalista) era o pior jogador do game, era lento e com golpes previsíveis, os criadores do jogo esquivavam-se dizendo que Zangief tinha o golpe mais mortal do jogo, o pilão giratório, mas não contavam um detalhe: era um golpe difícil de ser executado, pois precisava de 360º no direcional. Em outras palavras, o Street Fighter 2 foi criado com dois objetivos: Avacalhar com a URSS e fazer os estudantes ficarem em recuperação, uma óbvia estratégia dos donos de escolas particulares em conjunto com o Ocidente capitalista

Agora, imagine-se um médico soviético, sua formação lhe permitiria ganhar uma fortuna num país capitalista; tudo bem, vale a pena o sacrifício pelo regime socialista. A abertura política lhe deixou a par da tecnologia capitalista, você poderia ter um carro com telefone, um videocassete, um Super Nitendo; não tem problema, você não tem isso, mas seu país não tem mendigos, analfabetos e prostitutas (apesar de alguns odiarem o socialismo por isso). Seu país não tem problemas sociais, mas tem o Zangief, aí já era demais, nenhum soviético aguentava viver num país onde não pudesse jogar Street Fighter com o lutador nativo dali. A Tailândia, país sem nenhuma expressão, tinha dois dos maiores filhos da puta vilões do jogo (Sagat - do Tiger Robocop e M.Bison - devidamente ridicularizado no longa homônimo ao jogo), até o Brasil, com o Blanka, uma mistura de monga, com sonic e Alf o E.Teimoso, tinha um representante à altura, afinal o Blanka dava a bolota e o Zangief?! Ficava girando que nem aquelas velhas fantasiadas ("Dançando e girando") no Topa tudo por dinheiro no final dos anos 90!


Os países dominados pela URSS também se revoltavam, Ivan Drago era do mal, mas bom de briga, contudo era um absurdo pertencer a um país cujo representante no Street Fighter 2 não tinha poder, por isso começaram a declarar independência na esperança de terem lutadores dos seus países nas próximas versões de Street Fighter com habilidades decentes. O gigante soviético começava a ruir, Gorbachev era acusado de cúmplice daquilo tudo, pois aparecia no final do jogo quando Zangief derrotava todos os inimigos, um país de 75 anos sucumbia diante da ruindade zangifeana. O golpe de misericórdia era dado no maior país socialista do mundo.


O Zangief era o símbolo do que a URSS tinha se tornado: forte e com cara de brabo, contudo lento e sem nenhum poder diante da nova conjuntura costurada a partir do rasgo ideológico provocado pela queda do muro de Berlim.

Os criadores do jogo até tentaram consertar, dando ao Zangief alguns outros atributos e mais rapidez, podiam fazê-lo, afinal o inimigo vermelho tinha sido varrido do mapa e incorporava apenas em pastores performáticos.

E você aí acreditou nos professores GeografiaStars que montam suas aulas lendo jornal?! Francamente!

Tudo obra de Lorotas da Doca, postagem original Aqui

1.6.09

Wanted


 A véspera do lançamento de "Inglorious Bastards" de Tarantino, a Europa Filmes deixa de lançar "Death Proof" (1) por razões obscuras ou (2) mercadologismo anti-cinema, por sorte o país do Bope conta com seus "amigos da praça" e Torrents from hell pra salvarem os cinefilos desolados.
 Campanha oriunda do Cine Demencia

9.4.09

Citação

 

Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol, and dental insurance. Choose fixed interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching luggage. Choose a three-piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourselves. Choose your future. Choose life… But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life. I chose somethin’ else. And the reasons? There are no reasons. Who needs reasons when you’ve got heroin?


Trainspotting. 1996. Danny Boyle.

7.4.09

Sobre algumas coisas

 Fiquei pensando nesses últimos dias nesse post e não conseguiria parar de pensar nele se não fizesse o meu. 

 1_ A primeira pessoa a qual me apaixonei durou pouco mais de dois meses, morávamos em cidades diferentes, dificultando o contato, tinha conhecido ela na praia, um amor de verão, certa vez estávamos sozinhos na casa de uma tia minha e beijavamos no sofá quando ela tirou a parte de cima da blusa e aquilo foi como algo explodindo dentro de mim, ela estava pronta pra se entregar até que eu, a recusei, por achar que estava com alguma doença (algo que pus na mente), queria proteger ela e preferi que não acontecesse, demos uns amassos, fechamos a casa e saimos ainda com os corpos abafados, mesmo sem transarmos ela sorria pra mim na rua e aquela é das poucas imagens que tenho dela na mente... pouco tempo depois ela acabava comigo e voltará com seu ex-namorado a qual  engravidou pouco tempo depois, as vezes penso que o que aconteceu naquela tarde mudou todo o rumo da minha vida.

 2_Meu melhor amigo quando muleque era meu primo e vizinho e apesar de não ter tanto contato com ele hoje, o prezo como irmão, lembro-me de uma festa de são joão onde os "adultos" não deixavam crianças pegarem os rojões (por motivos óbvios) resolvemos então roubar um, após aquela piscadela confirmando o furto, entramos para o quintal da casa dele e resolvemos acender o rojão, eu como mais velho requeri o direito de segurar e ele de acender, tudo pronto ele riscou o fósforo e acendeu o pavio, levantei o rojão e fechei os olhos, quando o rojão estourou ele foi na direção contrária e acertou a uns cinco centimetros do meu pé, ficamos estáticos sob o acontecido, saimos do quintal sem dizer nada, viramos um para o outro com a certeza estampada nos olhos de que aquilo foi algo errado.

 3_Eu chorei quando vi Forrest Gump pela primeira vez.   

 4_ Meu pai faleceu quando eu estava pra fazer um ano, nunca senti falta mesmo, tirando os dias dos pais a qual ficava um pouco triste sempre achei que pude escolher minhas referências paternas, como que retirando um pouco dos meus tios e dos pais de colegas. Descubri que não havia a falta do meu pai ali, porque de alguma forma ele estavá lá, não estou falando espiritualmente ou religiosamente,  mas sociologicamente, as pessoas que ele convivia, conversava, se entretia, estavam ali, ele era parte daquilo, como agora eu sou. 

 5_Certa vez disse a uma garota que queria ficar com ela e mesmo com nosso histórico de mágoas ia dar tudo certo dali pra frente, a convidei pra ir comigo a um tributo ao Tim maia, cara que prezo pacaralho, quando em casa ela me liga e diz que está tudo acabado, está com outro e vão ao tributo do Tim; "PUTAQUEOPARIU" pensei na hora, até o Tim maia tinha me traido.

 6_Já escrevi um livro, passei boa parte do ano de 2005 redjindo um texto cheio de referências pops numa narrativa "maldita" alá Bukowski, quando aposentei meu processador foi junto ao hd o texto, nunca procurei recupera-lo, hoje penso como aquilo tudo foi uma merda de desperdicio de tempo. Ainda não desisti de um dia escrever um livro, mas definitivamente não aquele.




(diga não as correntes)

7.3.09

Pin-Up

Não é apenas uma desculpa pra atrair leitores, como eu queria dar alguma função a minhas varias pastas de gostosas, dividirei com ilustres transeuntes. 

Bettie Page






Mais a respeito dela aqui.

10.1.09

A Blogoteca

 Ano novo e como diria Paulinho Moska, tudo novo de novo, entre achados e perdidos um projeto me chamou atençao e afinidade nos ultimos dias, La Blogoteque, como os mesmos se descrevem:


"Toda semana, nós convidamos um artista ou uma banda para tocar na rua, em um bar, um parque, ou mesmo em um apartamento ou em um elevador, e temos toda uma sessão. Evidentemente, o que faz a beleza de tudo é os poucos incidentes, hesitações, e outras coisas acontecendo desplugadas. Além disso, nós não editamos os vídeos para que eles continuem perfeitamente impecáveis, em vez disso, continuamos o som cru dos arredores. Nosso objetivo é capturar instantes, filme a música como ela acontece, sem preparação, sem truques. Espontaneidade é a palavra-chave."


 A Blogoteca, foi um oasis no meio do deserto do meu dezembro, e tem duas vias claras, traz um artista d uma forma diferente e tambem traz novos artistas, dessa forma que veio a mim, Seasick steve, Bon Iver, Yeasayer, Grizlly Bear e outros.  




Bon Iver - For Emma, Forever Ago; E de onde veio esse tem muito mais.

20.12.08

Homenagem sem motivo.

 Final de ano e nada mais ritualesco que um monte de gente comprando bens desnecessarios e comendo coisas impostas pela midia.  Sim, eu gosto de natal, afinal de que adianta a racionalidade senão para fazer festas de ano pós ano pela simples passagem para outro ciclo? 
 Esse foi um bom ano para esse que vos escreve ou diria um ano peculiar cheio de novas experiências e bons filmes, entre o trampo e cuidados com meu filho me deixo fazer as tradicionais listas de fim de ano, filmes, series, albuns e um monte de entulho pop consumido entre pagar uma disciplina na capital,  fazer um projeto,  dar aula para infernais alunos de quinta serie e cuidar do meu pequeno discipulo. 
  Deixo aqui um homenagem sem motivo a coluna ZOOM que leio semanalmente do Ronaldo Passarinho no Liberal, onde este também adepto das listas de final de ano diz que não assistiu a tudo e nem queria, fez questão de perder algumas estréias, "quem assiste a tudo o que entra em cartaz pode até gostar de filmes, mas não gosta de cinema", não concordo com tudo que o Passarinho diz, mas certamente sei reconhecer que o cara escreve bem.
 Na coluna este sabe que aqui na Terra Brasilis o cinema é mal-tratado e considere então a questão das Terras do Norte, onde todo filme concorrente do oscar nem estreiou, como o mesmo diz, na Terra do Moviecom. compreensões regionais e criticas bem escritas são é um grande atrativo.
 Atá, na lista do citado estão Batman: Cavaleiro das trevas, Sweeney Todd, O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, Fim dos Tempos, Império dos Sonhos, Sonho de Cassandra, etc... (ele não os coloca em ordem).
 Por algum motivo sempre quis dizer que lia essa coluna, não para me "mostrar", mas sim para homenagear pessoas que estão no cotidiano e fazem parte pensamos, afinal, o sentimento finaldiano não serve para isso? saia da frente desse computador e faça uma homenagem sem motivo tambem.  


(O Titulo do Post é de um Texto do Vitor Paiva que falava justamente disso, fazer algo sem receber nada em troca ou alguma coisa do gênro)

Blog De cinema (por Ronaldo Passarinho)

19.11.08

Stand up comedy

 Por alguma razão as legendas tavam dando pau na conversão e tive que assistir alguns filmes no computador, o que é relativamente desconfortavél, os intervalos eram regidos a batata, suco de laranja e stand up comedy, este ultimo meu novo vício.

 O stand up vem crescendo no país (leia Rio e Sampa), por não ser um tipo de comédia muito requisitada cresce a passos curtos, aos que moram perto do equador e longe de bares ingleses nos sobra a interenet (sempre ela) para nos conhecer a "comédia em pé" ou mesmo humor "de cara limpa", sem personagem, histórias contadas do vizinho, do tio, da namorada, do cara gordo do bar ou de si mesmo, observações interessantes do cotidiano a qual tema é o que não falta já que estamos no "país da piada pronta" como diria Zé Simão.




Chirs Rock Show (o mestre) - A qualidade do show compensa a do video



Danilo Gentili do Clube da comédia

29.9.08

Tv Series Cubees [ou] Inutilidade Pública

Parece que Thor apareceu por essas bandas e confundiu meu cpu com algum demonio, um raio queimou minha palca mãe, e esta simplismente, nao é mais fabricada..., capitalismo selvagem não é piada.

Enton-se:

Neste retorno a blogsphera, um post link para desocupados, site de bonecos de series, nem precisa de cola, monte-o.

Tv Series Cubees

9.9.08

What are you doing?

Existe uma vontade incosciente da minha parte com relação a hypes, tenho a inconveniente sensação de estar sendo manipulado a fazer "o que querem", pode ser uma frescura da minha parte ou eu assisti filmes demais pra saber que "eles" querem sim nos controlar.
Ok, mas volta e meia me vejo curtindo um hype passado, nas sombras, como que escondido, onde ninguem veja (afinal tenho que manter a aparência underground), pra saber se é mesmo o que dizem, na maioria das vezes sempre me sinto um idiota, fazendo profiles ou avatares pra me intererar com a rede (como Second Life e Last.Fm), e assim aconteceu com o Twitter, mas o hype foi justificado.

Aos que não sabem o que é o Twitter, é um sistema de Microbloging, são post's curtos, de informação rápida, com no máximo de 140 caracteres, assim tambem podem ser utilizado via celular, a proposta é falar o que você está fazendo? (pergunta que vem no título do site), após o cadastro você ja pode despejar informações (e links) inuteis ou não na rede, você lê aos amigos a qual segue, e só leram seus post's os que te seguirem (assim é chamado no twitter)
Sobre o que é e como funciona, textos muito bons no G1 e no Interney.

Resumindo a ópera, queria dizer que adotei o site para me informar e conhecer coisas novas, descobri o preair do Dexter e varios links supimpas.
Aproveito enquanto os brasileiros ou o Google não o corrompeu (ainda).


Venha comigo se quiser viver.

1.9.08

310g

Devido a caminhos tortuosos consegui ler (e lembrar) sobre o Blog Day no dia anterior a ele, o que é e o que acontece saiba porraqui:

Instruções do BlogDay :
  1. Liste cinco novos Blogs que você ache interessantes.
  2. Notifique por email esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2008.
  3. Notifique por email esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2008.
  4. Publique no BlogDay (no dia 31 de Agosto) esse post.
  5. Junte a tag do BlogDay usando este link:
    http://technorati.com/tag/blogday2008 um link para o site do BlogDay: http://www.blogday.org
Nunca fui um blogueiro "antenado", querendo postar as últimas novidades, meu posts são sobre hypes passados e filmes antigos, animes underground e bandas desconhecidas, nunca havia participado de um Blog Day antes e minha tentativa de interação com a data foi pelo fato do Twitter ter me lembrado do negócio e ter surgido aquela fagulha de interação bloguística, como já descrito não sou um blogueiro de hypes, então posto aqui três blogs que conheci há alguns dias aquais adicionei ao favoritos (tambem não mandei e-mail nenhum e nem outras itens das instruções).


Placa na Cueca

Placa na Cueca é um blog mais ou menos machista. Sobre elas, sobre o amor, sobre o sexo e, de vez em quando, sobre alguma coisa que não importa. (descrição do próprio)

Bitácora do Pedrox

Anotações, devaneios, e alguns textos deste paraense que encontrei pela blogsfera.

100 Grana

Cultura Pop, entretenimento, novidades sem pagar nada por isso.


Tão sem noção de hype que a postagem e depois da data (31 de Agosto a a oficial).
Bem Blogsphera, eu me vendi (mais uma vez).

Alô pro timão aê.

13.8.08

Texto Alheio

No exercicio de anotar as placas de aluga-se pela cidade, tentando novos ares da vida que nunca paga minhas horas extras, encontro-me apenas com textos random e alguns duendes que insistem em ligar a televisão.


Aluga-se (de Clarah Averbuck)

Sete anos, cinco casas. Dois lares e uns muquifos. Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana, Santa Cecília. Agora é Consolação. Sou vizinha da Augusta e das moças na viração. As meretrizes, o róque, as luzes vermelhas subindo e as brancas descendo, os néons piscando, aquele clima de proibido-mas–não-muito. Meu apartamento enorme num prédio meio fuleiro, o zelador com delirium proprietarius agudo e vizinhos que dão festas e convidam. O glamour da decadência, a rua esburacada, ninguém se olhando ao passar. Uma, duas, três mil luzes na Avenida São João e os cinzentos vagabundos por aí. Pra mim chega. Estou farta das minhas janelas e da bunda do vizinho do prédio em frente e do outro taradão de bigode que vive tentando esticar o olho para o meu quarto, debruçado na varanda caçando um peitinho. Horizonte nenhum em nenhum lugar. Pra mim chega. Anoto placas de aluga-se compulsivamente. Visito prédios com corretores gagos e suadores crônicos, cafonas genuínos e faladores compulsivos. Meu deus como é terrível procurar um lar. Eu tinha esquecido. Sete anos e cinco casas – quatro nesta última. Indo de um lado para o outro na minha condição de retirante desabonada, as caixas rasgando, o colchão estragando, os pertences se perdendo. Depois veio um dinheiro e com ele este apartamento e móveis e alguma dignidade. Eu era feliz aqui. Por mais decadente que a rua fosse. Por mais mal-educados que fossem os donos dos cães & seus detritos. Ah, a falta de civilidade. Os maninhos folgados na frente do meu prédio sempre atiçando aquele maldito cão furioso e gritando uns com os outros. A pizzaria que trocou o lado da rua e virou boteco bagaceiro atraindo todo tipo de chinelagem. Pra mim chega. Eu e ele andamos pela Vila Madalena procurando uma casinha, um lugar onde os gatos possam se esparramar ao sol, minha filha possa correr e nós possamos fazer todo o barulho que bem entendermos tocando música a todas as horas do dia e da noite. Nada. Nenhuma casinha. Uns apartamentos apertados, umas paredes finas, claustrofobia. Prédios com cara de hotel, novos demais, sem vida alguma. Que fosse então um apartamento antigo com banheira, azulejos intactos e chão de taco. Não temos nada nesse perfil agora, senhora. As semanas passam e continuamos aqui, as camisinhas carregadas com a porra de outrem jogadas na calçada pela manhã, o trânsito ensandecido e suas buzinas histéricas e a escola ao lado perturbando o sono quando é festa. Pra mim chega. Não é possível que não exista um lugar pra mim nesta cidade enorme. Tem que ter, eu penso. Tem que ter. E continuo ligando para as imobiliárias. Uma hora aparece. Eu acho.


subtraido
de
aqui

28.5.08

Blues is the teacher. Punk is the Preacher.

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.Há tempos minhas andanças pela blogsfera não rendiam bons frutos como os de hoje, talvez não tenha sido a passeada em blogs e sim minha ausência no cenário Rocker mundial que acaba por me deixar extasiado com a banda a seguir, a surpresa veio do sul da california onde copiando as palavras do blog Black Zombie, "The Stooges com Tina Turner no lugar do Iggy Pop".
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. Assim o blog define The Bellrays, baixei de imediato sem grandes pretensões até o bagulho invadir a sala (me fazendo sair dançando pela casa) e o velho sorriso nos labios de quem pensa "o mundo não está perdido" voltar.
.Devidamente baixado Hard sweet and sticky, ultimo album da banda, volto a me encantar pelas misturas ritmicas, aqui impera com grande entendimento o Rock e o Soul, com influencias muito bem definidas (e distintas) do Punk e do Blues. Lisa Kekaula, vocalista da banda não apresenta nada de inovador, ela aplica uma receita infalivél, copia os melhores, e talvez a tamanha competência no que faz derive a sua inovação.
.Na primera faixa ja nos traz um Ac/Dc emblemático, e ao decorrer vemos a interação Rock/Soul na sua melhor forma, as musicas grundam no seu ouvido como se as conhecece de tempos e ao final você aperta o repeat inconscientemente.
.Entre as canções mais Soul temos Footprints on water, que é uma pérola dentro do album, e das mais Punk, Coming Down deixa qualquer bandinha inglesa da semana no chinelo, a voz de Lisa lembra uma Aretha Franklin, só que esta Aretha aprendeu a cantar com Angus Yong e a cozinha pesada (herança de Ramones e Stooges) traz um hard rock nostálgico e de extrema cremosidade, muito bem gerenciada por Craig Waters (batera) seguido por Bob Vennum (baixo) e (o discipulo de Jhonny Ramone) Tony Fate (guitarra).
.Bem, o rock está salvo (sim, eu paguei pau mesmo pra banda).

P.S. Este é o nono album da banda que esteve no Brasil ano passado (no Inferno Club, em Sampaulo, e ao lado do Mudhoney no festival brasiliense Porão do Rock).
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ouça mané

29.2.08

S. U. P.

Aos poucos que sabem de que buraco sou, sabem que estou na terra do meio, a terra onde o calor é exaustivo e preguiçoso, não como no sul da california nem como no norte da Austrália, é quente de verdade... de dia... de noite... e nos dois juntos... uma enorme garrafa térmica chamada amazõnia.

A maior floresta do planeta abriga um famigerado blogueiro amador e seus plagios de posts de utilidade publica (e alem do mais esse blog não serve só de valvula de escape para aspirações mal sucedidas a crítico de cinema).

COMO FAZER UM AR CONDICIONADO CASEIRO
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Realmente funciona. Ano passado encontrei um artigo no Instructables, mas só agora tive tempo pra fazer.É um tutorial simples de como construir um ar condicionado usando um ventilador, tubos de cobre, mangueira de nível de PVC (de pedreiro) e água gelada. O princípio de funcionamento de um trocador de calor é simples, é o mesmo princípio utilizado pelos aparelhos comerciais, e é nele que se baseia o projeto.
Você vai precisar de um tubo de cobre de 1/8, 1/4 ou 3/8 de diâmetro, fácil de encontrar em casas de material para construção. No meu projeto 7 metros foram suficientes. Enrole o tubo em espiral na parte de trás do ventilador, prendendo com arame, fita isolante, zip ties, ou o que você achar melhor.
A mangueira, de mesmo diâmetro, deve ser cortada em dois pedaços: um pedaço será encaixado numa das pontas do tubo de cobre para escoar a água aquecida (a ponta da mangueira deve ficar abaixo do balde). O outro será encaixado na outra ponta do tubo e colocado dentro de um balde com água gelada. A água flui naturalmente do balde para a outra ponta da mangueira pelo princípio do termosifão. Vale lembrar que o ventilador não pode ficar muito acima do balde, e nem abaixo. Se não funcionar, use aquelas bombinhas de aquário.
Dicas:1- Acrescente sal para abaixar o ponto de congelamento da água. Assim a água passa a congelar entre -4ºC e -2ºC, e o aparelho funcionará por mais tempo.2- Se quiser vento mais frio, faça uma mistura de água e álcool isopropil (meio-a-meio). O ponto de congelamento cai para algo próximo de -20ºC.3- Use um radiador de carro no lugar dos tubos de cobre para melhorar a eficiência.4- Para iniciar o processo de troca, o tubo deve estar inteiramente preenchido com água.
Não consome megawatts de energia, não faz aquele barulhão e nem causa problemas respiratórios por causa de ar seco ou filtro sujo. Testado e aprovado. Quem quiser mais detalhes é só entrar em contato.
Todos os créditos para Geoff Milburn.

Copia dopost de Enquanto o Cometa não vem

12.12.07

Drugues

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30.11.07

Você é um boqueteiro soldado Pyle?!

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Se alguem acha que o capitão Nascimento é o fodão linha dura, casca grossa na seleção da elite da tropa é por que de certo não viu o clássico de Kubrick "Full Metal Jacket", que traz o cara que deixaria o Stallone Cobra quietinho quietinho, o Steven Seagal de cueca chupando o dedo e o Capitão America Ultimate com vontade de nunca ter nascido.
Tudo ao mesmo tempo.

Sgt. Hartman é o cara que dispara tantos insultos por segundo que faria o Capitão Nascimento repensar o seu cargo, todos proferidos a cinco centimetros do rosto do mané.
Top 5 de xingamentos do cara mais durão do cinema.

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"Sou o Sargento da Artilharia Hartman, seu instrutor. A partir de agora, só falarão quando forem chamados. A boca imunda de vocês só deve dizer 'senhor'. Entenderam, vermes? Se as senhoritas saírem da minha ilha, se sobreviverem ao treinamento, se tornarão armas letais, sedentas de guerra. mas, até lá, vocês são vômitos! As mais baixas formas de vida na Terra!"

# 5

[Sgt Hartman] Soldado, você chupa pinto?
[Soldado Cowboy] Não, senhor!
[Sgt Hartman] Você é um boqueteiro?
[Soldado Cowboy] Não, senhor!
[Sgt Hartman] Aposto que você é do tipo que come o rabo de alguém e não tem a decência de oferecer o próprio!

# 4

[Sgt Hartman] Seus pais tiveram filhos vivos?
[Soldado Pyle] Sim, senhor!
[Sgt Hartman] Aposto que se arrependem! Você é tão feio que parece a porra de uma obra-prima de arte moderna!

# 3

[Sgt Hartman] De onde você é, soldado?
[Soldado Cowboy] Texas, senhor!
[Sgt Hartman] Puta merda! Só bezerros e veados vêm do Texas, soldado Cowboy! E você não parece muito bem com um bezerro, então já sabemos o que você é!

# 2

[Sgt Hartman] Você está tremendo? Está nervoso?
[Soldado Cowboy] Sim, estou, senhor!
[Sgt Hartman] Eu te deixo nervoso?
[Soldado Cowboy] Sim, senhor!
[Sgt Hartman] Qual é a sua altura, soldado?
[Soldado Cowboy] 1,75 m, senhor!
[Sgt Hartman] 1,75? Não sabia que empilhavam bostas tão alto! Está tentando parecer mais alto, soldado?
[Soldado Cowboy] Não, senhor!
[Sgt Hartman] Grandes merdas! A melhor parte de você saiu da bunda da sua mãe e manchou o colchão! Você foi cagado!

# 1

[Sgt Hartman] Vamos, Pyle! Suba, Pyle! Você sobe obstáculos como velhos trepando! Sabia disso, Pyle? Anda! Você é lerdo demais! Suba! Soldado Pyle, o que quer que faça, não caia! Isso iria partir a porra do meu coração! Anda! Passe por cima! O que está esperando, soldado Pyle? O que? Você vai desistir? Então desista, seu monte de merda! Sai da porra do meu obstáculo! Eu vou cortar fora suas bolas, para que você não contamine o resto do mundo!
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Achado e retirado de MDM