21.2.06

Um Real


Eram 7:38 quando acordei, estava meio de ressaca, e com o estranho gosto que as ressacas costumam ter, a noite anterior não tinha sido longa, mas um tanto peculiar.
Arrumei-me para o trampo e segui andando pelas ruas da cidade, tomei os caminhos que tinham mais sombra e no caminho achei um real, é isso mesmo, UM REAL, lembrei-me dos tempos em que achava UM REAL na rua e pulava de alegria, desta vez apenas o pus no bolso e segui para o trabalho.
De manhã cedo em casa as pessoas comentavam algo a respeito de uma morte de um empresario num assauto a banco, ele tinha o nome do meu pai, José Carlos.
Cheguei no cyber, liguei os computadores, começei a postar isso ouvindo Tim maia, e agora me vem a mente a noite anterior.
Sai do trampo e resolvi não levar nenhum filme, porque havia o Bono vox e Lost, no caminho encontrei alguns amigos de bar e para me recordar o quanto são meus amigos fomos para o bar da dona Maria.
No final paguei 5,40 pelas brejas e segui pra casa já não tão sobrio, umas horas antes tinha dito pra filhinha que iria ligar pra ela quando chegasse em casa.
Pus num prato o que tinha sobrado do almoço e levei pra sala, o bono falava para 95.000 de pessoas, me juntei a elas...
Após o Bono liguei pra filhinha (não que prefira ele a filhinha, ele não faz o que ela faz), liguei...ocupado. Liguei denovo.... ocupado denovo.
Liguei pro celular dela e então ela disse: - Quando eu puder eu te ligo. Um tempo depois ela ligou.
Não entendo como agente estando junto dá tudo bem e a distância há convergências. ela continua deprimida. mas acho qui vai passar.
Como não estava muito sobrio, dormi no sofá. Acordei de madrugada e fui pro meu quarto. Perdi Lost.
Obs: gosto de obs no final.
Obs: Musica para agora: Me dê motivo - do grande Tim (será um sinal?)

Um comentário:

a filhinha disse...

não vou comentar com vc olhando